quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Tô com tanta raiva³²¹²³²³¹ q nem sei como explicar

Cada dia q passa sinto mais desprezo por seres humanos, maldita q hora q eu saí de ksa, pra passar raiva só ><

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Mudança de Humor



Não possuo alto astral, nem autoconfiança, nem nada, apenas um ser cheio de defeitos, ou, talvez eu me veja assim...

Será que é minha arrogância q me faz assim?
Imperfeita?!
Insaciável?!
Intolerante?!
Um tanto inconformada, diga-se de passagem?!

Eu sinto que me falta uma parte, um pedaço, uma porção que eu ainda não consegui desvendar na escuridão que toma conta de mim...

Em meio à penumbra que me assombra talvez haja uma minúscula luz no fim do túnel...
Mas, aonde é o fim do túnel?!
Será que tem fim nesse túnel?
Será q existe túnel?

Será q pensar um pouco adianta?
Ou só serve pra piorar as coisas?
Tantas dúvidas na cabeça, tanto tempo pra pensar, tão pouca coisa pra se fazer...

Desabafar adianta?
Tira o peso da alma, do coração?
Reanima a esperança adormecida?
Ou faz tudo piorar?

Há alguns minutos, feliz...
Repentinamente triste...
Momentaneamente indecisa...
Surpreendentemente confusa...
Eternamente mutante...

Por que isso acontece comigo?
Há alguns minutos eu estava feliz, agora to triste, com tudo dilacerado, sem motivo algum, por nada mesmo...

Bate aquela fraqueza
Aquele sentimento de angústia
Como se nada valesse nada...

domingo, 26 de agosto de 2007



=/
Nada tem graça pra mim... =[
Nossa, de noite me bateu uma falta de vontade, uma desilusão, sem noção...

Argh! Amanhã tem ENEM, to morta de medo, aquela angústia "PRÉ-VESTIBULAR" tá tomando conta de mim, por isso achei q desabafar aki seria bom...
Bom agora vou dormir, espero q corra td bem... =]

sábado, 25 de agosto de 2007

"A monotonia já não me satisfaz
a indecisão toma conta de mim...
O que se faz diante de uma dúvida?"

Ah naum to afim de escrever hj =/
amanhã eu prometo q posto tudinho aki... ^^

sábado, 18 de agosto de 2007

EXTRAÍDO DE: "CRÔNICAS DE VIAGEM" CECÍLIA MEIRELES.

RUMO: SUL (IV)

1

Amanhecemos no Paraná, sob um sol de suave glória. Taças de pinheiro oferecem altos vinhos azuis. Aparecem as primeiras e encantadoras casas de madeira. Um mundo de brinquedos brancos, vermelhos, verdes, dispostos na veludosa caixa matinal do terno campo. Aparecem crianças louras, descalças mirando a passagem do trem. São bonecas silenciosas e admiradas, de mãos e pés de coral, sustentando no flanco o irmãozinho pequeno, sustentando nos braços o cachorrinho peludo, ou simplesmente - como expressão virginal da terra - levantando para o trem uma flor que parece caída do sol. Como nos aproximamos de alguma estação, aumenta o numero de casas, aparecem mais crianças louras, mais irmãozinhos, mais flores, e agora brilha a madeira clara, desnuda, pacientemente amontoada em largas camadas de tábuas finas.
Mais adiante madeira mais nova está secando ao sol, cruzada de X.
E aqui estão as serrarias.
E ali estão os pinheiros.
Todas as casas têm cortinas. Todas as crianças, agora, têm calcinhas de lã, casaquinhos azuis...
E um leve sol dourado galopa com os cavalos soltos nesse tranqüilo mundo vegetal.

2

É um mundo sem fim de pinheiros, de chalés de madeira com janelas graciosas, de crianças de melena cor de prata cintilando como pinceladas metálicas.
As igrejas, de madeira também. Com mais divindade.
Desenham-se os cercados de madeira, em cujos limites vêm pensar grandes bois sossegados, vagarosas vacas, delicadas e imensas.
E um carro de coberta de lona armada em arco vem rodando alegremente com um ar festivo de quem vai, mais adiante, encontrar a felicidade.
Assim se chega a Marechal Mallet, onde há uma pracinha insignificante, com meninas caladas pelos bancos.
O mais lindo chalé que se avista é o branco de janelas verdes, que parece estar ali de propósito, esperando alguém que algum dia com mãos puras o venha copiar.

3

É preciso celebrar estas cercas de ripas que os paranaenses estendem ao redor das casas e ao longo dos campos. São de várias cores, umas fininhas, outras bem largas, e terminam sempre em bicos, pintados às vezes de cores diferentes. Elas recordam outras coisas igualmente maravilhosas: rendas de saias antigas, recortes de papel em caixas de figos e em caixas de bonecas. É preciso celebrar também as grades, os portões, as engenhosas coisas de madeira cruzada, de madeira sobreposta, que nessas pequenas cidades do Paraná são gestos de poesia desdobrando-se, enfeite da vida, sorriso da criatura humana, na amargura de sua breve condição.

4

Longe estão os pinheiros. Perto, as pereiras avermelhadas rodeiam as casas, com elegantes, aladas atitudes. Estão segurando a tarde que desce do céu azul. De um céu azul que não formou nuvem nenhuma até agora.
Para a frente, o clarão final do sol derrama no campo uma onda de fogo.
E viajamos dentro da cor.
E as casas brandamente se assentam, entre as pereiras que empalidecem.
E o clarão do sol é agora um campo de violetas.
E a lua corre como um balão dourado atrás do trem: passa pelos pinheiros, flutua, desaparece por detrás de uma colina, por detrás do trem - e de novo bóia nos ares azuis, tão leve, tão transparente, tão sem astronomia, - flor, floco de seda, madeixa de ouro e de prata que o vento leva por cima do mundo...

sábado, 11 de agosto de 2007

Trancada no meu mundo, divido comigo mesma, muita coisa guardada 'A sete - chaves' na profundidade de meu ser, momentos meus, só meus, de mais ninguém...

Como quem troca confissões, com seu melhor amigo, o seu diário secreto, sou minha melhor e pior companhia...

Vou seguindo em uma revolução constante
Sem saber qual é o lado certo mas eu tento seguir em frente...
Esquecer de tudo que passou tendo como única esperança, minha vontade de vencer, vencer meus medos e angustias...

Como um alcoólatra que tenta dia-após-dia se recuperar de seu vicio

Assim sou eu...
Todos os dias vivo em constante luta
Guerrilhando com meus pensamentos
Tentando encontrar o verdadeiro ser

Existente nesse mar envolto de duvidas...

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Nem sei o que se passa comigo...
Só sei que nem eu mesma sei, talvez eu seja um monstro oprimido.

Essa angustia me deprime, só tenho vontade de ficar aqui...
Trancada no meu quarto, isolada do resto do mundo...

O que eu faço?
Sei que é inútil fugir...

É tanta a vontade de abandonar tudo, de escapar, de sumir, de nunca mais voltar
Tantas dúvidas me atormentando, decepção contida, tanta falsidade sendo inalada por minhas narinas
E minha mente se recusando a assimilar tudo isso...

Transformar...
Ao mesmo tempo...
Decepção em contentamento, dúvidas em reflexões, tristeza em conforto, falsidade em realidade, confusão em solução
Tormento sem conforto
Reflexão sem solução...


sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Bom começando...
Ai meo... Tô tão confusa...
Naum sei o que se passa comigo...
Uma hora to super feliz outra me dá uma vontade tremenda de chorar...
Tava falando com o Igor que descobri que só se gosta de uma pessoa quando vc é capaz de fazer qualquer coisa por ela... Mesmo q isso signifique errar =@ + acho q nem sirvo pra isso mesmo, eu acho q o amor é uma doença... rs
CONTAGIOSA OU NÃO...
E acho q meu organismo tem uma imunidade forte sobre ele então ele entra em mim, dá umas voltas e cai fora... =S

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Querido Diário... hahuiauiahahiuaha

O q é isso...

Desse jeito meu blog vai se auto-deletar

rsrsrs